2.6.10
link do postPor João Gomes de Almeida, às 05:07  comentar

11.11.09

Pedro Correia juntou as peças. ou seja, as declarações de altos quadros do partido socialista e as recentes iniciativas do actual presidente da assembleia da república. juntou as peças e lançou o nome de Jaime Gama como alternativa à candidatura de Manuel Alegre à presidencia da república - isto não me parece de todo descabido.

o ps está encurralado quanto às presidênciais. de um lado está um Manuel Alegre bem comportado e bem visto pela esquerda à esquerda do partido do governo, do outro um PSD onde ainda não se sabe se Cavaco se recandidata - uns dizem que por medo, outros que por doença.

e se Cavaco efectivamente não for candidato? abre as portas a Marcelo, mas Marcelo não ia ser presidente do partido? e se Marcelo não for presidente do partido abre as portas a Passos Coelho, e será que Passos Coelho quer Marcelo como pr? está aberta a confusão.

a direita está ainda mais encurralada do que o PS. perante isto acho que nos deviamos lembrar do que se passou com Freitas do Amaral. não fará sentido o CDS jogar na antecipação e lançar um pré-candidato à pr? falo de um Pires de Lima, jovem e liberal - que certamente contaria com a simpatia de Passos Coelho, possível futuro presidente do PSD, jovem e liberal.

e esta?

link do postPor João Gomes de Almeida, às 15:13  comentar

25.8.09

Cavaco Silva tem medo de Alegre. Cavaco Silva tem mais medo de Alegre sem o PS dividido. Cavaco Silva tem ainda mais medo de Alegre se o BE e o PCP o apoiarem. Por esse motivo joga à esquerda e à direita, dando uma no cravo e outra na ferradura. Ontem vetou a nova lei das uniões de facto e hoje alargou a abertura do sigilo bancário. Ora à esquerda, ora à direita, consoante os interesses pessoais do presidente, assim é a chefia de estado na república.

link do postPor João Gomes de Almeida, às 16:30  ver comentários (2) comentar

24.8.09

O meu amigo Nuno Gonçalo Poças diz que os assuntos que dizem respeito à família são do foro do Estado, porque a família é o "pilar da sociedade". Já se dizia nos tempos da antiga senhora "Deus, Pátria e Família". Acontece que com o evoluir dos tempos, Deus deixou de dizer respeito ao estado, a Pátria deixou de ter o fundamento espiritual no estado que tinha e a família mudou, evoluiu e a legislação portuguesa não acompanhou essa evolução.

 Na Europa do século XXI não faz sentido vermos a família como pilar de nada e se mesmo assim a quisermos ver como "pilar da sociedade" então temos que pelo menos ser abrangentes. Todas as concepções de família têm que ter os mesmos direitos, por isso é que o veto do Cavaco Silva não faz qualquer sentido.

link do postPor João Gomes de Almeida, às 17:45  comentar

Com este veto Cavaco Silva mostra que não é imparcial coisa nenhuma. Fez aquilo que o seu partido queria que ele fizesse, esteve ao serviço dos interesses que representa e manteve-se fiel ao conservadorismo tacanho. Quando é que as pessoas aprendem que nos assuntos do foro privado de cada indivíduo o estado não se deve meter?

link do postPor João Gomes de Almeida, às 15:21  ver comentários (9) comentar

18.8.09

se é o PS acusar os assessores de Cavaco de estarem a ajudar na elaboração do programa político do PSD, ou se o facto dos assessores do Cavaco agora se sentirem "perseguidos". Mas ainda há uma terceira hipótese, que é o Público não ter notícias para dar e sair-se com estas coisas.

link do postPor João Gomes de Almeida, às 12:38  comentar

15.8.09

O José Junqueiro e mais alguma malta próxima de José Sócrates, anda muito indignada com o facto de alguns assessores de Cavaco Silva participarem na elaboração do programa político do PSD. Dizem que há interferência. Então e o que é que houve da parte do Jorge Sampaio quando dissolveu o Parlamento? Parecem meretrizes virgens a falar.

link do postPor João Gomes de Almeida, às 11:24  ver comentários (2) comentar


Ana Anes

Ana Anes nasceu em Lisboa a 2 de Abril de 1973, com o cordão umbilical bem preso no pescoço. Pode-se dizer que é uma sobrevivente (alegre) e, como tal, decidiu festejar a vida com um carácter irreverente, livre de constrangimentos e da opinião alheia, com uma faceta “bombista-literária” em que não se levando a sério - porque a vida já é demasiado pesada por si mesma...
Tem dois livros publicados, e já escreveu em vários órgãos de imprensa, como O Independente, Destak, DNA, Maxmen, Correio da Manhã e Playboy. Os seus blogues já deram muito que falar.
Ana Santiago

Primeiro queria ser médica de autópsias, depois teve a mania de ser jornalista e apaixonou-se pela rádio, acabou por dedicar-se ao serviço público e vive uma relação passional com Lisboa, como sede no poder local, onde editou a Agenda Cultural.
Licenciada em Comunicação, resignou-se ao facto de pouco mais saber fazer na vida do que comunicar, de manhã à noite, com toda a gente e, se mais ninguém houver por perto, com ela mesma. Acredita que é com o coração.
Cátia Simão

Foi em véspera de uma Sexta-Feira 13 de Setembro que sua mãe conheceu o rosto enrugado e percebeu que não era o David (sobre o qual) tanto conversara durante 9 meses. Daí para a frente foi muitos nomes a até se assentar como Cátia. Cresceu pensando que iria ser modista, mas não tinha muito jeito para fazer costuras e braguilhas. Virou-se para a arqueologia e seguiu outro caminho, a música, os filmes e a rádio. Seguiu-se dos seus amores de garota. Ainda hoje procura as agulhas do seu giradiscos portátil na bainha de um vestido rosa da moda. É muito feliz e gosta de sorrir.
Cláudia Köver

Tem os ensinamentos anglo-saxónicos cravados nas sardas e o amor às artes nas pontas dos dedos. O gosto pela manta das Relações Internacionais, adquirido pelos retalhos da herança familiar, consome-se nas almofadas do mestrado. Seguiu um coelho branco e calçou os saltos de jornalista EM que de momento lhe assentam os pés. Deixou pequenas pegadas nas páginas da “Pública”, da revista “Nós” do Jornal i, do Jornal Briefing e da televisão Arte. Incapaz de se manter fiel ao amor por um só par de sapatos, fez cursos em instituições europeias e teve aulas de representação em palco poeirento. Infelizmente, não teve dom para fazer dinheiro como viajante, mas soma este aos restantes vícios: desde a última tarde de 86 que não se inibe de sorrir e sonhar.
Inês Leão

Registada na bela freguesia de Mem Martins, Inês teve uma infância feliz, até ao dia que teve de abandonar o ballet por ter as pernas tortas (erro que nunca foi corrigido pelas botas ortopédicas ora azuis ora castanhas, que usou até tarde). Sempre gostou muito de desenhar, tendo como maiores influências os filmes clássicos da Disney, a Barbie e o seu pai. Quando teve de escolher a sua área optou por artes, por não ter matemática, não fazendo ideia que teria de gramar com geometria descritiva. É recém-chegada no design e o seu sonho é ser uma designer de sucesso, trabalhando a partir do seu iate privado na marina da Costa Nova, na Ria de Aveiro.
Nuno Miguel Guedes

Nuno Miguel Guedes nasceu em Lisboa em 1964. Jornalista, esteve no inicio de O Independente, de onde saiu em 1990 para a revista Kapa, de que foi co-fundador e co-afundador. Escreve para várias publicações e é colaborador pemanente da revista Visão (cultura) Letrista sempre que o deixam, guionista de televisão, bloguista, DJ ocasional, anglófilo, fanático da Académica e de livros. Nos tempos livres pratica o dry martini.
Pedro Rainho

Nasceu no iníco da década de 60, na vila de Sintra. Filho de família aristocrata, cedo forçou-se a desiludi-la. Aos 14 anos já estava ilegalmente no MRPP, onde foi companheiro de luta académica de Durão Barroso, na Faculdade de Direito. Mal acabou o curso viu nascer Abril e ingressou no jornalismo. Tornou-se barbudo e descobriu o fado, a monarquia e os touros. Por esses quatro motivos entrou com o Nuno Miguel Guedes no PPM e dedicou-se ao jornalismo como paquete de Paulo Portas e Miguel Esteves Cardoso n'O Independente. Escreveu três ensaios sobre literatura russa medieval, traduzidos em mandarím e tchecheno. Deu aulas na Independente e consumiu marijuana com o comandante Zapata, durante uma fotoreportagem. Tudo isto é mentira - mas bem que podia ser verdade, não tivesse ele nascido na década de oitenta e ser um jovem jornalista precário. É o que dá ser novo.
Tomás Vasques

Advogado de profissão, não se deixou enclausurar em códigos e barras. Arrumado na prateleira da esquerda pela natureza das coisas, desenvolveu na juventude – ainda as mil águas de Abril não tinham chegado – gostos exóticos, onde se incluíam chineses, albaneses e charros alimados. Navegou por vários territórios: da pintura à América Latina, da escrita à actividade política. Gosta de rir, de cozinhar, de Roberto Bolaño, de amigos, cerveja e peixe fresco. Irrita-se com a intolerância e o autoritarismo. É agnóstico. Apesar da idade, ainda não perdeu o medo do escuro, do sobrenatural e das ditaduras.