17.5.10

Que está em destaque na Sapo. É que o nosso hoje já vai nas 1340 visitas.

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28.4.10

o que é que fizeram ao Rui Ramos? É que o homem está na TVI24 com o cabelo cheio de gel e todo puxado para trás. A não perder.

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26.3.10

O amor nos tempos da blogosfera mudou. Está melhor, está mais bonito. Deixou de ser o meu blogue, mas continua a ser vosso. E agora têm todos mais duas excelentes razões para cá voltarem todos os dias. Chamam-se Ana Anes e Ana Santiago, e são as duas novas contratações deste espaço. A primeira é escritora e cronista bem conhecida de todos pela sua arte e também pela sua irreverência, a segunda é uma profissional da comunicação que ama aquilo que faz e cujo os textos não nos vão deixar indiferentes.

Isto promete. E o melhor é que amanhã chegam mais dois. Não percam.

link do postPor João Gomes de Almeida, às 02:44  comentar

18.2.10

«Não conheço o dossier. Não conheço Rui Pedro Soares. Nem li as escutas. Conheço Soares Carneiro de quem tenho a melhor das impressões. E apesar das diferenças ideológicas sempre tivemos uma óptima relação. Não o imagino em imbróglios nem em encornanços. Nestes poucos anos de convivência a única coisa que me chateia foi nunca ter tentado comprar o 31 da Armada.»

 

Rodrigo Moita de Deus

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17.2.10

 

on-line de alta cultura.
Subversivo, pós-revolucionário e viciante.”

 

Faça o que fizer, inspire por favor.

Por Claudia Köver

 

Nasceu um novo Porto.

Por Nuno Gouveia.

 

Agnostalgia

Por Nuno Miguel Guedes

 

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19.1.10

o meu grande amigo e ex-companheiro de blogue João Maria Condeixa aventurou-se desta feita a solo. eu acho muito bem, e vou visitar muitas vezes o seu novo espaço.

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8.12.09

Já podem ouvir o Podcast do Programa Perguntas Proibidas de 5ª feira, na Rádio Europa.

Desta feita com a participação de Nuno Ramos de Almeida e Tiago Moreira Ramalho

 

1ª parte

2ª parte

 

Download em Mp3.

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3.12.09

Hoje às 18h05 na Rádio Europa podem-me ouvir a moderar o programa Perguntas Proibidas. Esta semana contamos com a presença de Nuno Ramos de Almeida e Tiago Moreira Ramalho. Vai-se ouvir falar das cimeiras e do PSD, mas acabamos na pronografia. Não acreditam? Esperem para ver.

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27.11.09

são invariavelmente chatos e possidónios, o que faz deles bons - são duas qualidades raras e que admiro bastante. mas se estes blogues têm estas características, que como disse até admiro, as pessoas que os fazem são bastante diferentes.

são pessoas porreiras e até pouco chatas - o que são duas qualidades, também chamadas de características, que também admiro.

como alguém dizia os blogues são a voz daqueles a quem nunca ninguém pediu opinião. felizmente os blogues começaram na política. com as suas virtudes e defeitos.

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19.11.09

 

Portugal dos Pequeninos

João Gonçalves

Bertrand

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17.11.09

aqui.

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11.11.09

o Augusto M. Seabra voltou.

link do postPor João Gomes de Almeida, às 18:20  comentar

10.11.09

"Dá-se uma volta pelas escritas que hoje referem os vinte anos do derrube do muro de Berlim e pressente-se, em muitas delas, um "mas..." como se o bem mais importante da vida, a liberdade, o pudesse ter."


Ver mais aqui

link do postPor João Gomes de Almeida, às 16:29  comentar

...há umas largas dezenas de anos Estaline apagava Léon Trotsky dos retratos de família da irmandade leninista que comandava o partido. Não sei porque me lembrei disto, mas de qualquer forma fico triste com o fim do blogue Câmara de Comuns, onde fui um dos primeiros a escrever e onde se iam lendo umas coisas boas.

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20.8.09

Depois da novela de mau gosto que esteve em exibição há um mês em prime-time, "O Caso Joana", os socialistas estrearam outra novela, intitulada "A Revolta Contra os Assessores de Belém". São sempre oportunidades para encher jornais com palavras e para reaparecerem actores desaparecidos em combate na longa noite das trevas socráticas. Uma espécie de canal venezuelano...

 

Aqui.

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10.8.09

"Não me revendo, por motivos óbvios, em boa parte do tal discurso estafado do CDS, é importante reconhecer que este se rege por um princípio louvável e consistente, que vai bem para além dos cartazes: o da reposição da moralidade na forma como o Estado se relaciona com os cidadãos. Esta linha é visível na posição do CDS a respeito da ASAE, da nacionalização do BPN, da defesa dos contribuintes face aos abusos do Fisco, dos incumprimentos do Ministério da Agricultura, dos múltiplos problemas do SNS, etc. Por isso, quando me vêm falar de cartazes, aceito parcialmente a crítica, mas o tema é completamente acessório. Que me desculpem os críticos, mas cartazes não são política, são circo."

 

Rua Direita

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7.8.09

Quem olha para o blog dos avençados do regime e daqueles que gostavam de o ser, fica com a ideia de que o Simplex foi criado por e simplesmente para combater o Bloco de Esquerda - acusando-o de ser radical, sectário e todo esse paleio de esquerda. Acontece que não há nada mais sectário do que um blog de "centro-esquerda" andar a perseguir a "esquerda mais à esquerda".

Este tipo de atitude, recorrente nos autores do Simplex, é como que o hastear de uma bandeira branca à direita. É fechar os olhos e sucumbir à triste realidade de que a maioria do povo pensante e a esmagadora maioria das elites vão apoiar a direita, digo bem, o CDS e o PSD - a blogosfera é a prova disso mesmo.

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Ana Anes

Ana Anes nasceu em Lisboa a 2 de Abril de 1973, com o cordão umbilical bem preso no pescoço. Pode-se dizer que é uma sobrevivente (alegre) e, como tal, decidiu festejar a vida com um carácter irreverente, livre de constrangimentos e da opinião alheia, com uma faceta “bombista-literária” em que não se levando a sério - porque a vida já é demasiado pesada por si mesma...
Tem dois livros publicados, e já escreveu em vários órgãos de imprensa, como O Independente, Destak, DNA, Maxmen, Correio da Manhã e Playboy. Os seus blogues já deram muito que falar.
Ana Santiago

Primeiro queria ser médica de autópsias, depois teve a mania de ser jornalista e apaixonou-se pela rádio, acabou por dedicar-se ao serviço público e vive uma relação passional com Lisboa, como sede no poder local, onde editou a Agenda Cultural.
Licenciada em Comunicação, resignou-se ao facto de pouco mais saber fazer na vida do que comunicar, de manhã à noite, com toda a gente e, se mais ninguém houver por perto, com ela mesma. Acredita que é com o coração.
Cátia Simão

Foi em véspera de uma Sexta-Feira 13 de Setembro que sua mãe conheceu o rosto enrugado e percebeu que não era o David (sobre o qual) tanto conversara durante 9 meses. Daí para a frente foi muitos nomes a até se assentar como Cátia. Cresceu pensando que iria ser modista, mas não tinha muito jeito para fazer costuras e braguilhas. Virou-se para a arqueologia e seguiu outro caminho, a música, os filmes e a rádio. Seguiu-se dos seus amores de garota. Ainda hoje procura as agulhas do seu giradiscos portátil na bainha de um vestido rosa da moda. É muito feliz e gosta de sorrir.
Cláudia Köver

Tem os ensinamentos anglo-saxónicos cravados nas sardas e o amor às artes nas pontas dos dedos. O gosto pela manta das Relações Internacionais, adquirido pelos retalhos da herança familiar, consome-se nas almofadas do mestrado. Seguiu um coelho branco e calçou os saltos de jornalista EM que de momento lhe assentam os pés. Deixou pequenas pegadas nas páginas da “Pública”, da revista “Nós” do Jornal i, do Jornal Briefing e da televisão Arte. Incapaz de se manter fiel ao amor por um só par de sapatos, fez cursos em instituições europeias e teve aulas de representação em palco poeirento. Infelizmente, não teve dom para fazer dinheiro como viajante, mas soma este aos restantes vícios: desde a última tarde de 86 que não se inibe de sorrir e sonhar.
Inês Leão

Registada na bela freguesia de Mem Martins, Inês teve uma infância feliz, até ao dia que teve de abandonar o ballet por ter as pernas tortas (erro que nunca foi corrigido pelas botas ortopédicas ora azuis ora castanhas, que usou até tarde). Sempre gostou muito de desenhar, tendo como maiores influências os filmes clássicos da Disney, a Barbie e o seu pai. Quando teve de escolher a sua área optou por artes, por não ter matemática, não fazendo ideia que teria de gramar com geometria descritiva. É recém-chegada no design e o seu sonho é ser uma designer de sucesso, trabalhando a partir do seu iate privado na marina da Costa Nova, na Ria de Aveiro.
Nuno Miguel Guedes

Nuno Miguel Guedes nasceu em Lisboa em 1964. Jornalista, esteve no inicio de O Independente, de onde saiu em 1990 para a revista Kapa, de que foi co-fundador e co-afundador. Escreve para várias publicações e é colaborador pemanente da revista Visão (cultura) Letrista sempre que o deixam, guionista de televisão, bloguista, DJ ocasional, anglófilo, fanático da Académica e de livros. Nos tempos livres pratica o dry martini.
Pedro Rainho

Nasceu no iníco da década de 60, na vila de Sintra. Filho de família aristocrata, cedo forçou-se a desiludi-la. Aos 14 anos já estava ilegalmente no MRPP, onde foi companheiro de luta académica de Durão Barroso, na Faculdade de Direito. Mal acabou o curso viu nascer Abril e ingressou no jornalismo. Tornou-se barbudo e descobriu o fado, a monarquia e os touros. Por esses quatro motivos entrou com o Nuno Miguel Guedes no PPM e dedicou-se ao jornalismo como paquete de Paulo Portas e Miguel Esteves Cardoso n'O Independente. Escreveu três ensaios sobre literatura russa medieval, traduzidos em mandarím e tchecheno. Deu aulas na Independente e consumiu marijuana com o comandante Zapata, durante uma fotoreportagem. Tudo isto é mentira - mas bem que podia ser verdade, não tivesse ele nascido na década de oitenta e ser um jovem jornalista precário. É o que dá ser novo.
Tomás Vasques

Advogado de profissão, não se deixou enclausurar em códigos e barras. Arrumado na prateleira da esquerda pela natureza das coisas, desenvolveu na juventude – ainda as mil águas de Abril não tinham chegado – gostos exóticos, onde se incluíam chineses, albaneses e charros alimados. Navegou por vários territórios: da pintura à América Latina, da escrita à actividade política. Gosta de rir, de cozinhar, de Roberto Bolaño, de amigos, cerveja e peixe fresco. Irrita-se com a intolerância e o autoritarismo. É agnóstico. Apesar da idade, ainda não perdeu o medo do escuro, do sobrenatural e das ditaduras.