4.3.10

Esta sexta-feira, 5 de Março, às 21h30

João Gomes manifesta-se contra a racionalidade

Na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de S. João da Madeira realiza-se, nesta sexta-feira (5 de Março), pelas 21h30, a apresentação, por João Villa Lobos, do livro "Manifesto Contra a Racionalidade", do sanjoanense João Gomes de Almeida.

“Vivemos cada vez mais num Portugal racional. Faz falta irracionalidade ao nosso país, desta forma fizemos um manifesto. Em sete pontos (amor, amizade, família, crianças, trabalho, sexo e poesia) tentamos explicar aos portugueses o que é ser irracional”, explica o autor.

João Gomes de Almeida nasceu em S. João da Madeira, no ano de 1987. Foi presidente da Associação de Estudantes e membro da Assembleia de Escola da Escola Secundária João da Silva Correia, líder da Juventude Socialista de S. João da Madeira e candidato à Assembleia de Freguesia.

Vive há cinco anos em Lisboa, tendo-se dedicado ao jornalismo. Foi o primeiro jornalista português a ter uma crónica sobre blogosfera, na revista Magazine Grande Informação. É locutor do programa Perguntas Proibidas, na Rádio Europa, dirigiu o jornal regional Portal Lisboa e é o actual director da revista cultural Nicotina Magazine. Foi editor de política da Chiado Editora, tendo editado livros de Manuel Monteiro, Paulo Estêvão e Eduardo Correia, entre outros.

Depois de "Mulheres 2.0" (o seu primeiro livro), lança agora "Manifesto Contra a Racionalidade", editado pela Nicotina Editores, que foi apresentado em Fevereiro em Lisboa pelo escritor Rui Zink e que contou com o seguinte comentário do apresentador de televisão Fernando Alvim: “este Manifesto Contra a Racionalidade está de tal modo bem escrito que me apetecia ter sido eu a escrê-lo".

 

Jornal Labor

link do postPor João Gomes de Almeida, às 12:29  comentar

3.3.10

Será o meu regresso à minha terra natal. Na biblioteca municipal irei apresentar o meu último livro "Manifesto Contra a Racionalidade". Durante a tarde estarei na Escola Superior de Jornalismo e Comunicação Social de Lisboa, a ser entrevistado para a RTP2.

link do postPor João Gomes de Almeida, às 21:20  comentar

24.2.10

 

"PELA JANELA ENTRA o rumor do mar misturado com os risos dos últimos noctívagos, um barulho que talvez seja o dos empregados a levantar as mesas da esplanada, de vez em quando um carro que circula com lentidão pelo Passeio Marítimo e zumbidos abafados e inidentificáveis que provêm dos outros quartos do hotel. Ingeborg dorme; o seu rosto parece o de um anjo a quem nada perturba o sono; em cima da mesinha-de-cabeceira há um copo de leite que ela nem provou e que ainda deve estar quente, e ao pé da sua almofada, meio coberto pelo lençol, um livro do detective Florian Linden, do qual apenas leu umas duas páginas antes de tombar adormecida. A mim acontece-me exactamente o contrário: o calor e o cansaço tiram-me o sono. Geralmente durmo bem, entre sete e oito horas diárias, embora seja raríssimo deitar-me cansado. De manhã acordo fresco que nem uma alface e com uma energia que não diminui ao fim de oito ou dez horas de actividade.  Que eu me lembre, foi sempre assim; faz parte da minha natureza. Ninguém mo inculcou, simplesmente sou assim e com isso não quero sugerir que seja melhor ou pior do que outros; a própria Ingeborg, por exemplo, que aos sábados e domingos só se levanta depois do meio-dia e durante a semana só uma segunda chávena de café – e um cigarro – consegue acordá-la totalmente e empurrá-la para o trabalho. Esta noite, porém, o cansaço e o calor tiram-me o sono. Também, a vontade de escrever, de registar os acontecimentos do dia, me impede de me meter na cama e apagar a luz."

 

Pré-publicação do III Reich na Nicotina Magazine

link do postPor João Gomes de Almeida, às 16:00  comentar

9.2.10

Jornal de Notícias de Portugal e do Mundo | iOnline

 

"Chama-se Nicotina a editora criada por João Gomes de Almeida, que aposta na venda de livros online e num portal de informação cultural com atualização diária nas áreas da literatura, artes e espetáculos."

Jornal i

 

Diário de Notícias

 

"A nova editora, que se apresenta no seu blogue (http://editoresnicotina.blogspot.com) como "viciante, subversiva e pós-revolucionária", lança no dia 14 o primeiro livro: uma edição dupla de bolso que reunirá a colectânea 30 Poemas de Amor em Português (selecção de João Villalobos) e Manifesto da Irracionalidade, do próprio editor."

 

Diário de Notícias

 

"A par da editora, João Gomes de Almeida criou também aquilo que define como “o primeiro magazine online de alta cultura” (www.nicotinamagazine.net), no qual os visitantes poderão ler crónicas, notícias e entrevistas relacionadas com as diversas áreas culturais e também das principais actividades da blogosfera nacional."

 

Briefing

 

 

"Definindo-se como o «Primeiro magazine online de alta cultura: Subversivo, pós-revolucionário e viciante», este projecto é dirigido por João Gomes de Almeida, um dos sócios da «Les Enfants Terribles», empresa recém-proprietária dos espaços de bar livraria nos cinemas Medeia em Lisboa."

 

Diário Digital

 

link do postPor João Gomes de Almeida, às 16:22  comentar

Acabei de apagar os dois textos de carácter mais ofensivo que escrevi sobre as criticas que fui alvo por parte da livraria trama e de outros blogues anónimos, por causa de ter criado a Nicotina. Desde já as minhas desculpas às pessoas que se sentiram ofendidas os incomodadas pelos mesmos. Não foi essa a minha intenção.

Quanto à Nicotina Magazine e à Nicotina Editores os dois projectos vão continuar ao mesmo ritmo. Espero que gostem e que lancem ideias e criticas construtivas.

Não se pode agradar a toda a gente. Infelizmente há quem à partida tente destruir projectos com valor cultural.

link do postPor João Gomes de Almeida, às 02:10  comentar

4.2.10

 

Em Portugal sempre foi assim. Quando alguém faz algo pela cultura no sector privado é atacado pelos que já estão no sector. Decorrido algum tempo, se o projecto vencer é porque não tem qualidade cultural e intelectual, se o projecto fracassar é sinal que esses velhos do Restelo tinham razão - foi assim na Byblos, foi assim nas Quasi e foi assim em tantos outros projectos.

 

Existem pessoas que se acham donos da cultura e do bom gosto. Nós só podemos ler aquilo que eles vendem e promovem, só podemos comprar certas editoras e se existem projectos culturais que dão lucro é porque são maus.

 

Quem tem gosto vai à Trama e lê a Fenda, quem tem mau gosto vai à Bertrand e lê a Guerra & Paz. Para estes senhores o mundo editorial e livreiro português resume-se assim. O factor gosto só lhes serve para eles, o que é bom é o que eles gostam - o que é mau é tudo o resto. Se é algo novo ainda pior, é uma ameaça - logo é mau.

 

Felizmente a imprensa, a blogosfera na sua grande maioria e as editoras têm felicitado a equipa da Nicotina pelo trabalho conseguido. Apontando quanto muito algumas coisas que alteravam, ou que gostam menos. Sempre com elevação.

 

O que a livraria Trama fez foi mau gosto, foram criticas baratas e com pouco nível - conteúdo este que me parece desapropriado para o site oficial de uma livraria. Muito provavelmente não vão conseguir encontrar lá os meus livros, muito bem assim seja, outros sítios haverá onde existirão livreiros que não querem obrigar os clientes a lerem apenas aquilo que acham bom.

 

Por fim, e mais não vou dizer sobre essas críticas, deixo ficar a minha tristeza pelo sucedido. Numa altura de crise para editores, livreiros e para o sector cultural em geral, acho que deviamos estar todos unidos ou pelo menos haver algum respeito.

link do postPor João Gomes de Almeida, às 22:44  comentar

2.2.10

Nicotina Magazine

 

Descubram tudo aqui - no blogue Nicotina Editores.

link do postPor João Gomes de Almeida, às 15:59  comentar

21.1.10

 

fiquei com a sensação de que se tratava de um misto de lançamento de livro, com um comício. mas em que nem todos apoiavam o candidato.

foi estranho.

 

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link do postPor João Gomes de Almeida, às 20:41  comentar

20.1.10

«Diga-me, o amor está compreendido na amizade ou a amizade está compreendida no amor ?»

 

"O Libertino" - Lessing , Gotthold

link do postPor João Gomes de Almeida, às 17:28  comentar

19.1.10

«Todos os bons livros assemelham-se no facto de serem mais verdadeiros do que se tivessem acontecido realmente, e que, terminada a leitura de um deles, sentimos que tudo aquilo nos aconteceu mesmo, que agora nos pertencem o bem e o mal, o êxtase, o remorso e a mágoa, as pessoas e os lugares e o tempo que fez. Se conseguires dar essa sensação às pessoas, então és um bom escritor.»

 

Ernest Hemingway, in "Escrito de um Velho Jornalista (Esquire, 1934)"

link do postPor João Gomes de Almeida, às 19:00  comentar

20.12.09

Este não é para me oferecem, mas sim para oferecerem aos outros.


comprem aqui.

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link do postPor João Gomes de Almeida, às 09:25  comentar

19.12.09

 

Mulher e arma com guitarra espanhola

Dennis McShade

Assírio & Alvim

link do postPor João Gomes de Almeida, às 10:24  ver comentários (1) comentar

16.12.09

 

Metal Fundente

Eduardo Pitta

Quasi

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link do postPor João Gomes de Almeida, às 10:16  comentar

15.12.09

 

O vendedor de passados

José Eduardo Augualusa

Dom Quixote

link do postPor João Gomes de Almeida, às 09:15  comentar

14.12.09

 

Todos os Dias

Jorge Reis-Sá

Dom Quixote

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13.12.09

 

Uma desordem americana

Ken Kalfus

ASA

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Ana Anes

Ana Anes nasceu em Lisboa a 2 de Abril de 1973, com o cordão umbilical bem preso no pescoço. Pode-se dizer que é uma sobrevivente (alegre) e, como tal, decidiu festejar a vida com um carácter irreverente, livre de constrangimentos e da opinião alheia, com uma faceta “bombista-literária” em que não se levando a sério - porque a vida já é demasiado pesada por si mesma...
Tem dois livros publicados, e já escreveu em vários órgãos de imprensa, como O Independente, Destak, DNA, Maxmen, Correio da Manhã e Playboy. Os seus blogues já deram muito que falar.
Ana Santiago

Primeiro queria ser médica de autópsias, depois teve a mania de ser jornalista e apaixonou-se pela rádio, acabou por dedicar-se ao serviço público e vive uma relação passional com Lisboa, como sede no poder local, onde editou a Agenda Cultural.
Licenciada em Comunicação, resignou-se ao facto de pouco mais saber fazer na vida do que comunicar, de manhã à noite, com toda a gente e, se mais ninguém houver por perto, com ela mesma. Acredita que é com o coração.
Cátia Simão

Foi em véspera de uma Sexta-Feira 13 de Setembro que sua mãe conheceu o rosto enrugado e percebeu que não era o David (sobre o qual) tanto conversara durante 9 meses. Daí para a frente foi muitos nomes a até se assentar como Cátia. Cresceu pensando que iria ser modista, mas não tinha muito jeito para fazer costuras e braguilhas. Virou-se para a arqueologia e seguiu outro caminho, a música, os filmes e a rádio. Seguiu-se dos seus amores de garota. Ainda hoje procura as agulhas do seu giradiscos portátil na bainha de um vestido rosa da moda. É muito feliz e gosta de sorrir.
Cláudia Köver

Tem os ensinamentos anglo-saxónicos cravados nas sardas e o amor às artes nas pontas dos dedos. O gosto pela manta das Relações Internacionais, adquirido pelos retalhos da herança familiar, consome-se nas almofadas do mestrado. Seguiu um coelho branco e calçou os saltos de jornalista EM que de momento lhe assentam os pés. Deixou pequenas pegadas nas páginas da “Pública”, da revista “Nós” do Jornal i, do Jornal Briefing e da televisão Arte. Incapaz de se manter fiel ao amor por um só par de sapatos, fez cursos em instituições europeias e teve aulas de representação em palco poeirento. Infelizmente, não teve dom para fazer dinheiro como viajante, mas soma este aos restantes vícios: desde a última tarde de 86 que não se inibe de sorrir e sonhar.
Inês Leão

Registada na bela freguesia de Mem Martins, Inês teve uma infância feliz, até ao dia que teve de abandonar o ballet por ter as pernas tortas (erro que nunca foi corrigido pelas botas ortopédicas ora azuis ora castanhas, que usou até tarde). Sempre gostou muito de desenhar, tendo como maiores influências os filmes clássicos da Disney, a Barbie e o seu pai. Quando teve de escolher a sua área optou por artes, por não ter matemática, não fazendo ideia que teria de gramar com geometria descritiva. É recém-chegada no design e o seu sonho é ser uma designer de sucesso, trabalhando a partir do seu iate privado na marina da Costa Nova, na Ria de Aveiro.
Nuno Miguel Guedes

Nuno Miguel Guedes nasceu em Lisboa em 1964. Jornalista, esteve no inicio de O Independente, de onde saiu em 1990 para a revista Kapa, de que foi co-fundador e co-afundador. Escreve para várias publicações e é colaborador pemanente da revista Visão (cultura) Letrista sempre que o deixam, guionista de televisão, bloguista, DJ ocasional, anglófilo, fanático da Académica e de livros. Nos tempos livres pratica o dry martini.
Pedro Rainho

Nasceu no iníco da década de 60, na vila de Sintra. Filho de família aristocrata, cedo forçou-se a desiludi-la. Aos 14 anos já estava ilegalmente no MRPP, onde foi companheiro de luta académica de Durão Barroso, na Faculdade de Direito. Mal acabou o curso viu nascer Abril e ingressou no jornalismo. Tornou-se barbudo e descobriu o fado, a monarquia e os touros. Por esses quatro motivos entrou com o Nuno Miguel Guedes no PPM e dedicou-se ao jornalismo como paquete de Paulo Portas e Miguel Esteves Cardoso n'O Independente. Escreveu três ensaios sobre literatura russa medieval, traduzidos em mandarím e tchecheno. Deu aulas na Independente e consumiu marijuana com o comandante Zapata, durante uma fotoreportagem. Tudo isto é mentira - mas bem que podia ser verdade, não tivesse ele nascido na década de oitenta e ser um jovem jornalista precário. É o que dá ser novo.
Tomás Vasques

Advogado de profissão, não se deixou enclausurar em códigos e barras. Arrumado na prateleira da esquerda pela natureza das coisas, desenvolveu na juventude – ainda as mil águas de Abril não tinham chegado – gostos exóticos, onde se incluíam chineses, albaneses e charros alimados. Navegou por vários territórios: da pintura à América Latina, da escrita à actividade política. Gosta de rir, de cozinhar, de Roberto Bolaño, de amigos, cerveja e peixe fresco. Irrita-se com a intolerância e o autoritarismo. É agnóstico. Apesar da idade, ainda não perdeu o medo do escuro, do sobrenatural e das ditaduras.
 
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