24.8.09

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, revelou que tenciona aumentar a sua equipa em 50% este ano. A rede social mais popular da internet actualmente com mil funcinários, passará a ter mais 500.
 

Mais aqui.

link do postPor João Gomes de Almeida, às 18:02  comentar

De Bar Velho a 24 de Agosto de 2009 às 20:35
Bem João, não percebi a tua crispação e o falares que eu não te dou lições de moral. Não é que as queira dar, mas não me encontras telhados de vidro.

Mas não acredito que vás negar o facto de já teres sido bloquista, socialista (até cartazes do Mário Soares andaste a pregar e a organizar encontros socialistas, etc), defendeste e promoveste o mms (até mesmo neste espaço) e agora... és monárquico desde sempre. Acho curioso um bloquista monárquico.

Passar por um retiro espiritual para encontrar a verdadeira identidade não é necessariamente depreciativo. Não precisas de ficar ofendido.

Quem já te vê há algum tempo vê que tens passado por uma verdadeira metamorfose, o que também não é totalmente negativo, e interrogo-me se qualquer dia não te vamos ver fazer a transição para mulher, benfiquista e adepto da fervoroso da cientologia... desde sempre!

Abraço

ATG

De João Gomes de Almeida a 25 de Agosto de 2009 às 12:30
Alexandre,

Eu fui militante de dois partidos durante toda a minha vida, o BE e o PS. Nunca o escondi de ninguém até porque fui dirigente dos dois, sendo que no PS até fui dirigente nacional da JS e distrital do partido.
Nunca fui militante do MMS. Simplesmente sou dono de uma empresa de comunicação e marketing político, que trabalhou para o MMS, tal como trabalha para o MPT, para o PH, para o PS e para o PSD.
De qualquer forma a única vez que posso ter promovido o MMS foi quando lancei, enquanto Editor, o livro do Eduardo Correia, fundador do partido. Tal como lancei um livro de um deputado do PPM, ou do Manuel Monteiro, e também o promovi, por exemplo. Tem lógica não tem?
Quanto a ser monárquico vai investigar um bocadinho os sítios por onde passei e o que escrevi. No PS sempre todas as pessoas me conheceram como monárquico e sou sócio de movimentos monárquicos há mais de 6 anos. Não sei se sabes mas há monárquicos de todos os quadrantes políticos.
Quanto a ser do Benfica não temas por isso, mulher muito menos.

Abraço

De Francisco Pereira a 25 de Agosto de 2009 às 16:11
Oh João,

responda lá ao que lhe perguntei pff no post da união de facto...

Abraço,

FP

Ana Anes

Ana Anes nasceu em Lisboa a 2 de Abril de 1973, com o cordão umbilical bem preso no pescoço. Pode-se dizer que é uma sobrevivente (alegre) e, como tal, decidiu festejar a vida com um carácter irreverente, livre de constrangimentos e da opinião alheia, com uma faceta “bombista-literária” em que não se levando a sério - porque a vida já é demasiado pesada por si mesma...
Tem dois livros publicados, e já escreveu em vários órgãos de imprensa, como O Independente, Destak, DNA, Maxmen, Correio da Manhã e Playboy. Os seus blogues já deram muito que falar.
Ana Santiago

Primeiro queria ser médica de autópsias, depois teve a mania de ser jornalista e apaixonou-se pela rádio, acabou por dedicar-se ao serviço público e vive uma relação passional com Lisboa, como sede no poder local, onde editou a Agenda Cultural.
Licenciada em Comunicação, resignou-se ao facto de pouco mais saber fazer na vida do que comunicar, de manhã à noite, com toda a gente e, se mais ninguém houver por perto, com ela mesma. Acredita que é com o coração.
Cátia Simão

Foi em véspera de uma Sexta-Feira 13 de Setembro que sua mãe conheceu o rosto enrugado e percebeu que não era o David (sobre o qual) tanto conversara durante 9 meses. Daí para a frente foi muitos nomes a até se assentar como Cátia. Cresceu pensando que iria ser modista, mas não tinha muito jeito para fazer costuras e braguilhas. Virou-se para a arqueologia e seguiu outro caminho, a música, os filmes e a rádio. Seguiu-se dos seus amores de garota. Ainda hoje procura as agulhas do seu giradiscos portátil na bainha de um vestido rosa da moda. É muito feliz e gosta de sorrir.
Cláudia Köver

Tem os ensinamentos anglo-saxónicos cravados nas sardas e o amor às artes nas pontas dos dedos. O gosto pela manta das Relações Internacionais, adquirido pelos retalhos da herança familiar, consome-se nas almofadas do mestrado. Seguiu um coelho branco e calçou os saltos de jornalista EM que de momento lhe assentam os pés. Deixou pequenas pegadas nas páginas da “Pública”, da revista “Nós” do Jornal i, do Jornal Briefing e da televisão Arte. Incapaz de se manter fiel ao amor por um só par de sapatos, fez cursos em instituições europeias e teve aulas de representação em palco poeirento. Infelizmente, não teve dom para fazer dinheiro como viajante, mas soma este aos restantes vícios: desde a última tarde de 86 que não se inibe de sorrir e sonhar.
Inês Leão

Registada na bela freguesia de Mem Martins, Inês teve uma infância feliz, até ao dia que teve de abandonar o ballet por ter as pernas tortas (erro que nunca foi corrigido pelas botas ortopédicas ora azuis ora castanhas, que usou até tarde). Sempre gostou muito de desenhar, tendo como maiores influências os filmes clássicos da Disney, a Barbie e o seu pai. Quando teve de escolher a sua área optou por artes, por não ter matemática, não fazendo ideia que teria de gramar com geometria descritiva. É recém-chegada no design e o seu sonho é ser uma designer de sucesso, trabalhando a partir do seu iate privado na marina da Costa Nova, na Ria de Aveiro.
João Gomes de Almeida

Divide o tempo entre a editora e revista on-line Nicotina, o Perguntas Proibidas na Rádio Europa e o seu pequeno bar / livraria Les Enfants Terribles, no Saldanha Residence. Já lançou dois livros, quer casar e ter filhos.
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Nuno Miguel Guedes

Nuno Miguel Guedes nasceu em Lisboa em 1964. Jornalista, esteve no inicio de O Independente, de onde saiu em 1990 para a revista Kapa, de que foi co-fundador e co-afundador. Escreve para várias publicações e é colaborador pemanente da revista Visão (cultura) Letrista sempre que o deixam, guionista de televisão, bloguista, DJ ocasional, anglófilo, fanático da Académica e de livros. Nos tempos livres pratica o dry martini.
Pedro Rainho

Nasceu no iníco da década de 60, na vila de Sintra. Filho de família aristocrata, cedo forçou-se a desiludi-la. Aos 14 anos já estava ilegalmente no MRPP, onde foi companheiro de luta académica de Durão Barroso, na Faculdade de Direito. Mal acabou o curso viu nascer Abril e ingressou no jornalismo. Tornou-se barbudo e descobriu o fado, a monarquia e os touros. Por esses quatro motivos entrou com o Nuno Miguel Guedes no PPM e dedicou-se ao jornalismo como paquete de Paulo Portas e Miguel Esteves Cardoso n'O Independente. Escreveu três ensaios sobre literatura russa medieval, traduzidos em mandarím e tchecheno. Deu aulas na Independente e consumiu marijuana com o comandante Zapata, durante uma fotoreportagem. Tudo isto é mentira - mas bem que podia ser verdade, não tivesse ele nascido na década de oitenta e ser um jovem jornalista precário. É o que dá ser novo.
Tomás Vasques

Advogado de profissão, não se deixou enclausurar em códigos e barras. Arrumado na prateleira da esquerda pela natureza das coisas, desenvolveu na juventude – ainda as mil águas de Abril não tinham chegado – gostos exóticos, onde se incluíam chineses, albaneses e charros alimados. Navegou por vários territórios: da pintura à América Latina, da escrita à actividade política. Gosta de rir, de cozinhar, de Roberto Bolaño, de amigos, cerveja e peixe fresco. Irrita-se com a intolerância e o autoritarismo. É agnóstico. Apesar da idade, ainda não perdeu o medo do escuro, do sobrenatural e das ditaduras.