22.3.09

A Drª. Manuela Ferreira Leite marcou presença na Universidade da Europa da JSD, que decorreu lá para o distrito de Aveiro. Presumo que tenha sido mais uma daquelas coisas sem conteúdo, com poucos oradores com um pensamento político e intelectual estruturado e desenvolvido e com alunos mais interessados em "rebentarem com a secção" do que em aprenderem alguma coisa sobre a política - não estou com este discurso por causa da JSD precisamente, falo apenas das jotas em geral.

 

Depois disso ainda teve tempo para elogiar e se colar ao Portas, antes era o CDS que se colava ao PSD.

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link do postPor João Gomes de Almeida, às 17:17  comentar

De José Pedro Salgado a 23 de Março de 2009 às 10:00
Para estares a falar das "jotas em geral" era preciso que as outras tivessem algo comparável a este tipo de iniciativas.

E não estou a dizer isto por estares a falar da JSD, é a metodologia em geral. ;)

De João Gomes de Almeida a 23 de Março de 2009 às 12:18
Estou em processo de excomunhão nas jotas.. lol

De José Pedro Salgado a 23 de Março de 2009 às 13:59
Ninguém disse o contrário.

A minha questão é que com esta crítica não é claro se estás a dizer que é o sal que não salga ou a terra que não se deixa salgar.

Ambas as teses pecam por defeitos de retórica:

- a primeira não parte de uma premissa verdadeira, pois as "Universidades" da JSD são acções de formação como (nunca é demais dizë-lo) deviam haver mais. Os oradores agradarem a toda a gente parece-me um critério que não é passível (possível?) de ser idóneo.

- a segunda toma o todo pela parte. O facto de existirem lógicas de poder menos aconselháveis em qualquer tipo de estrutura - nem sequer só as políticas - dificilmente justifica que se possam dizer "são todos" quando, não só só são alguns, como nem sequer é a maior parte. Muito menos justifica a crítica de um esforço de formação louvável e que só peca pela sua fraca dessiminação noutras estruturas.

De Goreti Martins a 23 de Março de 2009 às 10:47
Li o seu post sobre a Universidade da Europa e não posso estar em maior desacordo.

Possivelmente não teve conhecimento do programa das 3 edições. A UE tem programas extremamente pertinentes e com os melhores oradores. Os seus alunos são seleccionados entre centenas de candidatos. A UE é a única forma de ensinamento sobre a Europa destinada aos jovens portugueses.

Deixo-lhe os links das 3 Universidades da Europa de forma a lhe mostrar a excelência!

1ª Edição http :/ www.carloscoelho.org sala_imprensa /ver_noticias.asp?noticia=1012&submenu=13

2ª Edição http ://www.carloscoelho.eu sala_imprensa /ver_noticias.asp?noticia=1118&submenu=13

3ª Edição http ://www.psdeuropa.org/univeuropa/

Como tal não é possível ser considerada Universidade da Tanga como referiu.

De João Gomes de Almeida a 23 de Março de 2009 às 12:31
Cara Goreti,

Espero que não tenha ficado ofendida pela forma como falei das "Universidades" da jsd . De facto, muitas tem alguns oradores interessantes, embora findas as ditas "universidades" o que se espreme é que as jotas continuam a existir apenas para alimentarem esquemas de poder.

Cumprimentos.

De Goreti Martins a 23 de Março de 2009 às 14:31
De forma alguma fiquei ofendida. Apenas quis ajudar a entender uma acção que é única em Portugal.

As Universidades feitas em conjunto pela JSD, PSD, IFSC e EPP visam dar mais conhecimentos aos seus alunos (militantes e não militantes). Cabe aos alunos depois do ensinamento aplicarem aquilo que aprenderam quer seja na sua vida profissional, politica ou pessoal.

Reforço que os melhores alunos da UE são convidados para um estágio de 6 meses no Parlamento Europeu. Se isto não é fomentar aquilo que aprenderam, não sei que nome lhe dar ;)

De Nélson Faria a 24 de Março de 2009 às 11:03
A JSD não tem culpa que a JS não faça nada de jeito lolololololol

Ana Anes

Ana Anes nasceu em Lisboa a 2 de Abril de 1973, com o cordão umbilical bem preso no pescoço. Pode-se dizer que é uma sobrevivente (alegre) e, como tal, decidiu festejar a vida com um carácter irreverente, livre de constrangimentos e da opinião alheia, com uma faceta “bombista-literária” em que não se levando a sério - porque a vida já é demasiado pesada por si mesma...
Tem dois livros publicados, e já escreveu em vários órgãos de imprensa, como O Independente, Destak, DNA, Maxmen, Correio da Manhã e Playboy. Os seus blogues já deram muito que falar.
Ana Santiago

Primeiro queria ser médica de autópsias, depois teve a mania de ser jornalista e apaixonou-se pela rádio, acabou por dedicar-se ao serviço público e vive uma relação passional com Lisboa, como sede no poder local, onde editou a Agenda Cultural.
Licenciada em Comunicação, resignou-se ao facto de pouco mais saber fazer na vida do que comunicar, de manhã à noite, com toda a gente e, se mais ninguém houver por perto, com ela mesma. Acredita que é com o coração.
Cátia Simão

Foi em véspera de uma Sexta-Feira 13 de Setembro que sua mãe conheceu o rosto enrugado e percebeu que não era o David (sobre o qual) tanto conversara durante 9 meses. Daí para a frente foi muitos nomes a até se assentar como Cátia. Cresceu pensando que iria ser modista, mas não tinha muito jeito para fazer costuras e braguilhas. Virou-se para a arqueologia e seguiu outro caminho, a música, os filmes e a rádio. Seguiu-se dos seus amores de garota. Ainda hoje procura as agulhas do seu giradiscos portátil na bainha de um vestido rosa da moda. É muito feliz e gosta de sorrir.
Cláudia Köver

Tem os ensinamentos anglo-saxónicos cravados nas sardas e o amor às artes nas pontas dos dedos. O gosto pela manta das Relações Internacionais, adquirido pelos retalhos da herança familiar, consome-se nas almofadas do mestrado. Seguiu um coelho branco e calçou os saltos de jornalista EM que de momento lhe assentam os pés. Deixou pequenas pegadas nas páginas da “Pública”, da revista “Nós” do Jornal i, do Jornal Briefing e da televisão Arte. Incapaz de se manter fiel ao amor por um só par de sapatos, fez cursos em instituições europeias e teve aulas de representação em palco poeirento. Infelizmente, não teve dom para fazer dinheiro como viajante, mas soma este aos restantes vícios: desde a última tarde de 86 que não se inibe de sorrir e sonhar.
Inês Leão

Registada na bela freguesia de Mem Martins, Inês teve uma infância feliz, até ao dia que teve de abandonar o ballet por ter as pernas tortas (erro que nunca foi corrigido pelas botas ortopédicas ora azuis ora castanhas, que usou até tarde). Sempre gostou muito de desenhar, tendo como maiores influências os filmes clássicos da Disney, a Barbie e o seu pai. Quando teve de escolher a sua área optou por artes, por não ter matemática, não fazendo ideia que teria de gramar com geometria descritiva. É recém-chegada no design e o seu sonho é ser uma designer de sucesso, trabalhando a partir do seu iate privado na marina da Costa Nova, na Ria de Aveiro.
João Gomes de Almeida

Divide o tempo entre a editora e revista on-line Nicotina, o Perguntas Proibidas na Rádio Europa e o seu pequeno bar / livraria Les Enfants Terribles, no Saldanha Residence. Já lançou dois livros, quer casar e ter filhos.
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Nuno Miguel Guedes nasceu em Lisboa em 1964. Jornalista, esteve no inicio de O Independente, de onde saiu em 1990 para a revista Kapa, de que foi co-fundador e co-afundador. Escreve para várias publicações e é colaborador pemanente da revista Visão (cultura) Letrista sempre que o deixam, guionista de televisão, bloguista, DJ ocasional, anglófilo, fanático da Académica e de livros. Nos tempos livres pratica o dry martini.
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Nasceu no iníco da década de 60, na vila de Sintra. Filho de família aristocrata, cedo forçou-se a desiludi-la. Aos 14 anos já estava ilegalmente no MRPP, onde foi companheiro de luta académica de Durão Barroso, na Faculdade de Direito. Mal acabou o curso viu nascer Abril e ingressou no jornalismo. Tornou-se barbudo e descobriu o fado, a monarquia e os touros. Por esses quatro motivos entrou com o Nuno Miguel Guedes no PPM e dedicou-se ao jornalismo como paquete de Paulo Portas e Miguel Esteves Cardoso n'O Independente. Escreveu três ensaios sobre literatura russa medieval, traduzidos em mandarím e tchecheno. Deu aulas na Independente e consumiu marijuana com o comandante Zapata, durante uma fotoreportagem. Tudo isto é mentira - mas bem que podia ser verdade, não tivesse ele nascido na década de oitenta e ser um jovem jornalista precário. É o que dá ser novo.
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Advogado de profissão, não se deixou enclausurar em códigos e barras. Arrumado na prateleira da esquerda pela natureza das coisas, desenvolveu na juventude – ainda as mil águas de Abril não tinham chegado – gostos exóticos, onde se incluíam chineses, albaneses e charros alimados. Navegou por vários territórios: da pintura à América Latina, da escrita à actividade política. Gosta de rir, de cozinhar, de Roberto Bolaño, de amigos, cerveja e peixe fresco. Irrita-se com a intolerância e o autoritarismo. É agnóstico. Apesar da idade, ainda não perdeu o medo do escuro, do sobrenatural e das ditaduras.