5.5.10

Não os consegues vencer? Age directa e irreflectidamente sobre eles!

 

 

"pressão"..."violência psicológica insuportável"..."perguntas inquisitórias"...preservação do "bom nome"..."afirmar" e "fazer valer os direitos"...

 

A declarações construídas a martelo e escopo, eu chamo-lhes uma obra de arte!

Não há museu que emuldure estes documentos preciosos da Humanidade?!

 

Já agora, alguém viu por aí o meu gravador...?

link do postPor Pedro Rainho, às 21:50  comentar

De Maria a 8 de Maio de 2010 às 14:05
De maneira alguma me posso habituar a o ler, e confesso, que antes de encontrar o seu gravador, preferiria por a mão sobre os novos i-phone headphones , já que os primeiros foram triturados pelo gato vizinho, e estes acabados de comprar , esquecidos ainda dentro da embalagem em St Tropez.
Mas mais uma vez o seu ‘coup de gueule’ deixou em suspenso algo que agarrei. Para alem de ver a minha pagina - news feed -na FB funcionar como uma prime-time advertising hour com esta noticia levou-me a pensar que afinal cada um interpreta
Nietzsche, na Volonté de puissance, « Sois le maître et le sculpteur de toi-même », à sua maneira
Que é difícil renunciar à la sauvagerie absolue des instincts…
Prefiro pensar que nem tudo que é escultura seja ela qual for é arte, quanto menos bela arte

http://plus7.arte.tv/fr/1697660,CmC=3190944,scheduleId=3147722.html

De Pedro Rainho a 9 de Maio de 2010 às 22:23
Mais uma vez, Maria, agradeço-lhe o comentário.
Lamento saber do destino reservado aos "gadjets" de que fala.

Não sei como interpretar a sua confissão. Sempre vi o hábito como um impedimento à evolução. Fecha-nos àquilo que é novo, mas essas são contas do meu rosário.

Quanto à simplicidade que admito serem estes resquícios de mim que aqui vou deixando, só posso dizer isto: neste caso, o assunto era sério e materializou-se, a meu ver, num grave atentado a Direitos Fundamentais constitucionalmente consagrados. A atitude dos jornalistas - não tendo visto o vídeo completo e sabendo da situação por aquilo que me foi contado - poderá não ter sido a mais correcta, admito a possibilidade.
No post, referia-me à argumentação utilizada por Ricardo Rodrigues, ao justificar a atitude tomada na entrevista. A legislação aplicável a este caso já foi discutida o bastante - e por pessoas bem mais competentes na matéria que eu - para que a repise, pelo que remeto a conclusão deste texto de novo para o post.
Encerra-se a narrativa, fica o leitor em paz.

Ana Anes

Ana Anes nasceu em Lisboa a 2 de Abril de 1973, com o cordão umbilical bem preso no pescoço. Pode-se dizer que é uma sobrevivente (alegre) e, como tal, decidiu festejar a vida com um carácter irreverente, livre de constrangimentos e da opinião alheia, com uma faceta “bombista-literária” em que não se levando a sério - porque a vida já é demasiado pesada por si mesma...
Tem dois livros publicados, e já escreveu em vários órgãos de imprensa, como O Independente, Destak, DNA, Maxmen, Correio da Manhã e Playboy. Os seus blogues já deram muito que falar.
Ana Santiago

Primeiro queria ser médica de autópsias, depois teve a mania de ser jornalista e apaixonou-se pela rádio, acabou por dedicar-se ao serviço público e vive uma relação passional com Lisboa, como sede no poder local, onde editou a Agenda Cultural.
Licenciada em Comunicação, resignou-se ao facto de pouco mais saber fazer na vida do que comunicar, de manhã à noite, com toda a gente e, se mais ninguém houver por perto, com ela mesma. Acredita que é com o coração.
Cátia Simão

Foi em véspera de uma Sexta-Feira 13 de Setembro que sua mãe conheceu o rosto enrugado e percebeu que não era o David (sobre o qual) tanto conversara durante 9 meses. Daí para a frente foi muitos nomes a até se assentar como Cátia. Cresceu pensando que iria ser modista, mas não tinha muito jeito para fazer costuras e braguilhas. Virou-se para a arqueologia e seguiu outro caminho, a música, os filmes e a rádio. Seguiu-se dos seus amores de garota. Ainda hoje procura as agulhas do seu giradiscos portátil na bainha de um vestido rosa da moda. É muito feliz e gosta de sorrir.
Cláudia Köver

Tem os ensinamentos anglo-saxónicos cravados nas sardas e o amor às artes nas pontas dos dedos. O gosto pela manta das Relações Internacionais, adquirido pelos retalhos da herança familiar, consome-se nas almofadas do mestrado. Seguiu um coelho branco e calçou os saltos de jornalista EM que de momento lhe assentam os pés. Deixou pequenas pegadas nas páginas da “Pública”, da revista “Nós” do Jornal i, do Jornal Briefing e da televisão Arte. Incapaz de se manter fiel ao amor por um só par de sapatos, fez cursos em instituições europeias e teve aulas de representação em palco poeirento. Infelizmente, não teve dom para fazer dinheiro como viajante, mas soma este aos restantes vícios: desde a última tarde de 86 que não se inibe de sorrir e sonhar.
Inês Leão

Registada na bela freguesia de Mem Martins, Inês teve uma infância feliz, até ao dia que teve de abandonar o ballet por ter as pernas tortas (erro que nunca foi corrigido pelas botas ortopédicas ora azuis ora castanhas, que usou até tarde). Sempre gostou muito de desenhar, tendo como maiores influências os filmes clássicos da Disney, a Barbie e o seu pai. Quando teve de escolher a sua área optou por artes, por não ter matemática, não fazendo ideia que teria de gramar com geometria descritiva. É recém-chegada no design e o seu sonho é ser uma designer de sucesso, trabalhando a partir do seu iate privado na marina da Costa Nova, na Ria de Aveiro.
João Gomes de Almeida

Divide o tempo entre a editora e revista on-line Nicotina, o Perguntas Proibidas na Rádio Europa e o seu pequeno bar / livraria Les Enfants Terribles, no Saldanha Residence. Já lançou dois livros, quer casar e ter filhos.
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Nuno Miguel Guedes

Nuno Miguel Guedes nasceu em Lisboa em 1964. Jornalista, esteve no inicio de O Independente, de onde saiu em 1990 para a revista Kapa, de que foi co-fundador e co-afundador. Escreve para várias publicações e é colaborador pemanente da revista Visão (cultura) Letrista sempre que o deixam, guionista de televisão, bloguista, DJ ocasional, anglófilo, fanático da Académica e de livros. Nos tempos livres pratica o dry martini.
Pedro Rainho

Nasceu no iníco da década de 60, na vila de Sintra. Filho de família aristocrata, cedo forçou-se a desiludi-la. Aos 14 anos já estava ilegalmente no MRPP, onde foi companheiro de luta académica de Durão Barroso, na Faculdade de Direito. Mal acabou o curso viu nascer Abril e ingressou no jornalismo. Tornou-se barbudo e descobriu o fado, a monarquia e os touros. Por esses quatro motivos entrou com o Nuno Miguel Guedes no PPM e dedicou-se ao jornalismo como paquete de Paulo Portas e Miguel Esteves Cardoso n'O Independente. Escreveu três ensaios sobre literatura russa medieval, traduzidos em mandarím e tchecheno. Deu aulas na Independente e consumiu marijuana com o comandante Zapata, durante uma fotoreportagem. Tudo isto é mentira - mas bem que podia ser verdade, não tivesse ele nascido na década de oitenta e ser um jovem jornalista precário. É o que dá ser novo.
Tomás Vasques

Advogado de profissão, não se deixou enclausurar em códigos e barras. Arrumado na prateleira da esquerda pela natureza das coisas, desenvolveu na juventude – ainda as mil águas de Abril não tinham chegado – gostos exóticos, onde se incluíam chineses, albaneses e charros alimados. Navegou por vários territórios: da pintura à América Latina, da escrita à actividade política. Gosta de rir, de cozinhar, de Roberto Bolaño, de amigos, cerveja e peixe fresco. Irrita-se com a intolerância e o autoritarismo. É agnóstico. Apesar da idade, ainda não perdeu o medo do escuro, do sobrenatural e das ditaduras.